Reforma faz Empório Dona Xepa crescer as vendas em mais de 50%
Solicitações dos clientes foram decisivas para que a loja fosse ampliada
Respeito ao cliente, administração correta e parceiros ideais. Esse foi o tripé que alavancou ao sucesso do Empório Dona Xepa, localizado em Caldas Novas, cidade turística do centro-oeste de Goiás. Fundando em 1991 pelo casal Sebastião Régio Junqueira e Vanda Parreira de Souza, a loja trabalhava somente com hortifruti e com um pequeno açougue. Parceiro do Martins desde o início, o então Sacolão Dona Xepa passou pela primeira reforma em 2000, quando incorporou mais itens ao mix e ganhou o nome pelo qual é conhecido atualmente.
De acordo com Gleber Rogério Freitas, administrador da loja e filho de Sebastião e Vanda, a primeira mudança ocorreu por causa das solicitações dos consumidores. “Nós sempre ouvimos os nossos clientes e eles pediram para aumentar o mix. Assim, passamos a oferecer mais soluções”, afirma. E foram também os pedidos dos clientes que levaram o Empório Dona Xepa a passar por mais uma profunda reforma em 2006. Desta vez, as mudanças foram bem maiores. A área de vendas, que antes era de 200 metros quadrados, saltou para 600, os check-outs de dois para cinco e o mix pulou para mais de 9 mil itens. Era preciso crescer, pois os clientes reivindicaram um mix mais abrangente e a concorrência também aumentava cada vez mais.
A loja, então, além da sede recém construída, passou a oferecer novas seções, como frios, laticínios, padaria, adega, açougue ampliado, com carnes assadas, uma mercearia muito mais sortida e outras melhorias estruturais, como estacionamento para 40 carros. Para manter a qualidade do atendimento, o Empório conta com 35 funcionários fixos. Nas altas temporadas, que são as férias de dezembro a janeiro, carnaval, semana santa e férias de julho, o movimento cresce bastante. São contratados colaboradores temporários e o quadro de pessoal chega a quase 60 pessoas.
Credibilidade
Para desenvolver o projeto do novo Empório Dona Xepa, inaugurado no ano passado, Gleber levou em conta o tempo de parceria que tinha com o Martins, a credibilidade e a tecnologia, o conhecimento e o know-how sobre o segmento que a Universidade Martins do Varejo detém. “Sou parceiro do Martins desde 1991, sempre fui muito bem atendido, não só pelo mix abrangente que oferece, o que evita cortes nos pedidos, mas pelos cursos que disponibiliza, pela prestação de serviços, treinamentos, pelos projeto, tudo isso foi levado em conta no momento de escolher quem faria o projeto”, conta. Para ele, o Martins está capacitado para auxiliar o pequeno e médio varejista como nenhuma outra organização no Brasil. E, se fosse pagar pelo serviço, o custo seria enorme. “Pude trocar os projetos por bônus e até hoje não encontrei nenhum profissional que fosse capaz de desenvolver um trabalho tão específico e adequado como o que eu tive por parte da UMV”, avalia.
Fonte: Revista Vitrine – Edição nº 100